Sabe aquele momento em que você falou o que não devia? Ou então quando comprometeu um resultado em uma reunião? Ou até quando o chefe te olha torto porque (agora que está entrando o friozinho a dificuldade de acordar cedo aumenta) você tem chegado com atraso?
Ou então, quando você não fez nada disso, mas começa a perceber certa ameaça, quando o chefe começa a lhe tratar com indiferença, para de passar determinações diretamente à você, não lhe dá dicas para evoluir etc?
Esses são alguns (entre outros tantos) sintomas de que as coisas não estão muito bem. E como mudar isso? Seguindo os 5 passos a seguir:
NÃO ESPERE A POEIRA BAIXAR – Talvez, se você ficar no seu canto, entrar no ostracismo, alguma decisão (inclusive sua rescisão) pode ser tomada sem a sua anuência, pois a leitura que o chefe vai fazer é a típica “não está nem aí!”. Então, chame o chefe para uma reunião mesmo que informal (um cafezinho, por exemplo) e disponibilize-se. Só não faça isso via e-mail. Geralmente os líderes tem “n” e-mails em sua caixa e, se ele esquecer de responder ao seu, o tiro sai pela culatra;
RECONHEÇA SUA FALHA – Não chegue para essa reunião com lamentações ou culpando a terceiros. Faça uma breve análise, bem auto-crítica, sobre o seu recente desempenho e diga ao chefe em que pontos você precisa melhorar e onde (sem envolver terceiros) precisa do apoio da sua liderança. Talvez, nas entrelinhas, ele entenda os motivos de sua desmotivação. Mas não tenha isso como um propósito. Deixe que ele chegue a esta conclusão sozinho;
ESTABELEÇA METAS – Assim que seu chefe topar dar o apoio que você necessita, estabeleça metas em conjunto: em quanto tempo você consegue desempenhar tal atividade? Qual o custo? Quanto se pretende economizar? Em quanto a produtividade tende a melhorar? Pense que você deve sair satisfeito(a) com o seu novo desafio e o seu chefe satisfeito com a sua proposta;
ERRAR UMA VEZ É HUMANO, PERSISTIR NO ERRO… – Agora que você já fez uma auto-crítica, deixou seu chefe animado com o que pretende desempenhar etc, pise em ovos! Nem pense em chegar atrasado(a), pegar aquele atestado médico de costume, comprometer algum resultado e tudo aquilo que já foi citado aqui. Pense que esse é o momento de mudar o seu “rótulo” e subir no conceito da alta administração; e
AVALIE OS RESULTADOS – Se feito tudo isso, os resultados foram alcançados, você tem apresentado uma postura mais assertiva e eliminou todos os argumentos que depunham contra você e, mesmo assim, continua insatisfeito(a), reflita se não é o momento de buscar novos desafios, respirar outros ares. Um profissional resignado queima seu nome no mercado. É melhor mudar de emprego do que ficar sem referências positivas.
No próximo post pretendo abordar este tema: como mudar de emprego. Caso você tem alguma dúvida sobre este ou sobre o próximo assunto, deixe seu comentário aqui abaixo ou então consulte-me no twitter, em @rpelegrim.
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